Por Caroline Borges
Eu assisti ao jogo final da Libertadores ontem e, durante as cobranças de pênalti, confesso que fiquei muito surpresa ao ver que nenhum dos jogadores do Fluminense usou da característica “paradinha” na hora do seu chute. Talvez seja por isso que o goleiro adversário defendeu três, dos cinco pênaltis do time carioca.
Acontece que a tal da “paradinha” está gerando discussões pelo país inteiro. Desde que os atacantes resolveram lançar mão deste artifício, está cada vez mais díficil assistir defesas de goleiros na hora da cobrança de um pênalti. Bola na trave ou bola fora também, por que com essa parada estratégica os jogadores tem tempo para pensar e mirar a bola no canto que quiserem, normalmente o canto oposto do goleiro que já está caído, enganado pela ameaça de chute.
Há aqueles que defendem a proibição da “paradinha”, alegando que se o goleiro não pode se adiantar na hora da cobrança do pênalti, o jogador também não tem o direito de parar. Teria que correr para a bola e chutar direto. Me parece um critério mais justo com os goleiros. Entretanto, proibir a paradinha parece um pouco de exagero, bastaria um pouco de bom senso dos cobradores de não utilizarem esse recurso em 100% dos casos. Mas isso também é impossível, o jogador quer marcar o gol não interessa como. Abaixo uma seleção de paradinhas, para que cada um tire sua própria conclusão:
2 Comentários
Setembro 2, 2009 às 3:55 pm
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Setembro 30, 2009 às 1:49 am
concordo com o Joseph Blatter. A “paradinha” acaba com os goleiros.